Conheça as terapias alternativas gratuitas disponíveis pelo SUS

Talvez você não saiba, mas diversas terapias alternativas gratuitas estão disponíveis no SUS. Elas complementam o tratamento médico convencional e ajudam milhares de pessoas.

Ademais, os tratamentos têm como foco o bem-estar do paciente e trazem inúmeros benefícios, que vão desde o físico até o emocional.

Abaixo você pode conferir as terapias oferecidas pelo SUS, seus benefícios e como garantir esse direito.

Terapias alternativas gratuitas disponíveis no SUS

O SUS oferece algumas terapias alternativas gratuitas. Algumas delas são a acupuntura, Ioga, reiki e meditação. Além disso, essas terapias formam as práticas integrativas complementares.

Práticas integrativas complementares (Pics)

As práticas integrativas complementares são recursos terapêuticos que atuam de maneira complementar no combate à dor, melhorar o bem-estar e reduzir o estresse. 

Assim como é importante saber que o objetivo das Pics não é substituir o tratamento médico convencional, mas sim servir de auxílio. Portanto, tanto o tratamento médico convencional como as Pics caminham juntos para a melhor recuperação do paciente em todos os seus níveis.

A princípio, muitas das terapias que fazem parte dessas práticas possuem origens milenares, quase sempre de países orientais.

Atualmente, há um número cada vez maior de profissionais habilitados e conhecedores desses costumes. Bem como são eles que aplicam essas práticas de maneira segura e eficiente.

Terapias oferecidas

Nesse momento, são oferecidas pelo SUS:

  • apiterapia
  • aromaterapia
  • bioenergética
  • constelação familiar
  • cromoterapia
  • geoterapia
  • hipnoterapia
  • imposição de mãos
  • ozonioterapia
  • terapia de florais
  • acupuntura
  • Ioga
  • reiki
  • meditação. 

Além delas, também são disponibilizadas terapias complementares como ayurveda, homeopatia, medicina tradicional chinesa, medicina antroposófica, plantas medicinais/fitoterapia, arteterapia, biodança, dança circular, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, shantala, terapia comunitária integrativa e termalismo social/crenoterapia.

Benefícios

Às vezes esses tratamentos (como o ioga, por exemplo) não possuem valores acessíveis para grande parte da população. Contudo, quando disponibilizados no SUS, muitas pessoas conseguem ter acesso gratuito a eles.

Além disso, as práticas trazem melhores aos pacientes como aumento do bem-estar, redução do estresse e das dores corporais.

A acupuntura, por exemplo, auxilia em doenças como asma e enxaqueca. O método de origem chinesa consiste na aplicação de agulhas em pontos específicos do corpo. Esse tratamento é capaz de ajudar a tratar doenças físicas e também emocionais do paciente.

Somente na cidade de São Paulo, mais de 400 Unidades Básicas de Saúde (UBS) oferecem a acupuntura. Bem como mais de 60 mil pessoas fazem práticas corporais, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde.

Como ter acesso às terapias alternativas no SUS

Para ter acesso às terapias alternativas gratuitas disponíveis no SUS, você precisa ir na UBS do seu bairro ou mais próxima e verificar a disponibilidade e horários.

Nem todas as UBS oferecem essas terapias. Além disso, nem todas contam com o mesmo número de atividades.

Mas, para alguns casos específicos, você precisará de um encaminhamento do seu médico. Portanto, deverá primeiro agendar uma consulta, e ele te encaminhará para a atividade que melhor ajudará.

Terapias alternativas e covid-19

Recentemente, o Conselho Nacional de Saúde (CSN) recomendou aos órgãos de saúde de todo o país adotarem as Pics para auxiliar no tratamento de covid-19. 

De acordo com Simone Leite, coordenadora do setor de práticas integrativas do CNS, “neste momento, em que não há ainda medicação para a cura, vários profissionais estão utilizando as práticas integrativas como forma de complementar a assistência. Estamos conversando com diversas pessoas e sabemos de alguns registros com a melhora em alguns tratamentos, que estão sendo realizados em nível nacional”. 

Contudo, a coordenadora deixa claro que elas deverão ser utilizadas somente como complemento ao tratamento de covid-19, sem substituir os tratamentos já comprovados.

 

FONTE ORIGINAL DA MATÉRIA: Jornal DCI

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